Proteção ao Crédito: SPC e SERASA como Funcionam?

Esta com o nome Sujo ou com o nome Negativado. Confira quais entidades que atuam no Serviço de proteção ao crédito no Brasil para liberação de crédito

Quais são e como funcionam os órgãos de proteção ao crédito no Brasil? Você sabe o que um órgão de proteção ao crédito? Eles são empresas privadas que realizam a manutenção de cadastros com informações comerciais de pessoas e empresas, com registros de inadimplência (mal pagadores). Estes cadastros são utilizados como referência por outras instituições na hora de realizar qualquer tipo de análise linhas de crédito pessoal, empréstimos e financiamentos, a fim de ter mais segurança de que a pessoa que recebe os recursos e serviços financeiros irá honrar com os pagamentos.

Os órgãos de proteção ao crédito mais conhecidos são o SPC – Serviço de Proteção ao Crédito e o SERASA – Serasa Experian, que foram criados como uma maneira de proteger as operações de crédito e diminuir os riscos de inadimplência nos segmentos comerciais e de serviços.

As informações que compõe os registros mantidos por estes órgãos provêm principalmente de entidades como as Câmaras de Dirigentes Lojistas e as Associações Comerciais.

Hoje em dia, quando qualquer pessoa que solicita um financiamento, empréstimo ou qualquer compra a prazo, é comum que estes órgãos sejam consultados previamente pelo fornecedor do crédito. Se você estiver com o nome presente em algum órgão de proteção ao crédito pode ficar difícil conseguir crédito financeiro para realizar a aquisição de qualquer tipo de bem.

Mas, você sabia que o tempo para que uma pessoa fique negativada (popularmente se diz que a pessoa está com o “nome sujo”) é limitado? O CDC – Código de Defesa do Consumidor prevê que o tempo máximo que uma pessoa pode ficar negativada é de 5 anos. Isto quer dizer que depois de 5 anos, tendo a dívida sendo paga ou não, o nome do consumidor deve sair dos registros dos órgãos de proteção ao crédito.

Caso o seu nome apareça em algum destes registros mesmo depois que você tenha quitado a dívida que fez com que seu nome fosse parar lá, você tem duas ações a tomar: você pode ir até a loja, financeira ou outra empresa onde você tinha a dívida, e exigir a correção do cadastro; ou você ir diretamente até a entidade responsável pela proteção ao crédito e fazer o pedido.

As entidades que atuam com o serviço de proteção ao crédito devem ser vistas como aliadas e não como inimigas das pessoas e empresas, pois elas garantem uma economia mais estável diminuindo os riscos dos chamados calotes. Evite ao máximo que o seu nome vá parar em um desses registros, pague suas contas em dia e caso não dê para evitar uma dívida faça o possível para quitá-la o quanto antes.

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