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Como negociar pagamentos de dívidas do cheque especial

Está com dívidas de cheque especial? Esse artigo então pode te ajudar a visualizar a situação com mais clareza e foco. Entrar em dúvida é algo comum nesta fase conturbada financeiramente, mas calma que tem solução e jeito para sair do buraco. Separamos aqui algumas dicas para você resolver as dívidas do cheque especial!

Como se organizar com as dívidas do cheque especial?

Antes de falar de como resolver isso, vale explicar o que é exatamente o cheque especial. Esse tipo de crédito é normalmente pré-aprovado pelo banco e é liberado para clientes de conta corrente. É a movimentação que faz o valor do cheque ser maior ou menor e isso vai variando com a circulação de dinheiro na conta do cliente.

As dívidas do cheque especial nunca começam do nada. Esse recurso de crédito na conta deve ser mais usado em um momento de necessidade, mas de que o cliente tenha como repor isso de alguma forma, afinal, caso não tenha, é aí que começa a famosa bola de neve.

Para resolver essa situação com o banco, os cuidados devem começar bem antes de se usar o crédito pré-aprovado na conta corrente. Se você tem uma planilha de controle de gastos e ganhos, vai saber exatamente que no mês seguintes precisará de mais dinheiro e, de forma consciente, pode contar com o cheque especial de forma programada, já pensando em como repor o valor necessário sem deixar dívidasComo negociar pagamentos de dívidas do cheque especial

Normalmente, numa variação contínua, as taxas de juros do cheque especial ultrapassam a casa dos 10% e isso significa muito dependendo do montante usado pelo cliente.

Como fazer a negociação das dívidas do cheque especial?

Para fazer a negociação e evitar mais enrosco com as dívidas de cheque especial é fundamental procurar o seu gerente. Esse é o primeiro passo para não deixar embolar as contas e até sujar o nome, consequentemente perdendo crédito na praça.

No encontro com o gerente é indicado expor bem sua situação e atua condição financeira. Proponha um acordo para realizar o pagamento da dívida e busque taxas de juros menores. Na hora de fazer o acordo, considere importante o valor da parcela que conseguirá pagar e não estenda o prazo de pagamento na medida do possível, pois isso aumenta os juros da negociação.

Se ficar com dúvida, não feche o acordo na hora e dê uma boa estudada na proposta do gerente. Analise bem para não entrar numa fia e pagar dívidas de cheque especial com valores exorbitantes.

Organização para cumprir acordo de pagamento de dívidas

Se você fez a negociação das dívidas do cheque especial, então se preparar para manter as contas em dia. O primeiro passo, até antes de falar com o gerente, é fazer um panorama das suas contas, considerar tudo o que se entra e sai, fazer um balanço geral considerando os mínimos detalhes que envolvam comprar ou pagar.

É a partir desse panorama financeiro que você terá noção real do quanto pode pagar por mês no acordo. Feito ele, se organize em cima disso, mantenha para os próximos meses a previsão de custo e ganho.
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Trocando uma dívida pela outra e quitando o cheque especial

Se você não conseguir efetuar o pagamento das dívidas do cheque especial, então busque desde já uma alternativa. Especialistas da área financeira defendem a ideia de que, em último caso, o cliente pode optar pelos juros menores do crédito consignado. Essa troca vai ajudar no orçamento da família e vai evitar que se desperdice mais dinheiro!

No ano, por exemplo, a taxa de juros do crédito em folha chegou a cerca de 23% ao ano. Enquanto isso, o cheque especial chegou a quase 150% ao ano. A diferença certamente pode ser sentida no bolso e no tamanho da dívida.

Se o valor do seu cheque especial usado não for grande, então aposte no empréstimo ou crédito consignado para quitar o banco e ficar com parcelas mais em conta do que, possivelmente, da negociação direta com o banco.

Outra possibilidade é fazer a portabilidade da dívida do cheque especial para outra instituição financeira. O cliente em si pode fazer o pedido para encaminhar a dívida em aberta para um banco com taxas menores, mais acessíveis.

Essa troca é gratuita e feita entre os bancos. A vantagem mesmo é que, além dos juros menores,  a portabilidade bancária traz isenção de IOF  (Imposto sobre Operações Financeiras).

 

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